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SEXTA-FEIRA, DIA 14 DE AGOSTO DE 2026

São Maximiliano Maria Kolbe, Presbítero e Mártir
Cor Litúrgica vermelha

Primeira leitura
— Ez 16, 1-15. 60. 63

Leitura da Profecia de Ezequiel

1A palavra do Senhor foi-me dirigida nestes termos: 2“Filho do homem, mostra a Jerusalém suas abominações. 3Dirás: Assim fala o Senhor Deus a Jerusalém: Por tua origem e nascimento és do país de Canaã. Teu pai era um amorreu e tua mãe uma hitita. 4E como foi o teu nascimento? Quando nasceste, não te cortaram o cordão umbilical, não foste banhada em água, nem esfregada com salmoura nem envolvida em faixas.
5Ninguém teve dó de ti, nem te prestou algum desses serviços por compaixão. Ao contrário, no dia em que nasceste, eles te deixaram exposta em campo aberto, porque desprezavam a tua vida. 6Então, eu passei junto de ti e vi que te debatias no próprio sangue. E enquanto estavas em teu sangue, eu te disse: Vive! 7Eu te fiz crescer exuberante como planta silvestre. Tu cresceste e te desenvolveste, e chegaste à puberdade. Teus seios se firmaram e os pelos cresceram; mas estavas inteiramente nua. 8Passando junto de ti, percebi que tinhas chegado à idade do amor. Estendi meu manto sobre ti para cobrir tua nudez. Fiz um juramento, estabelecendo uma aliança contigo — oráculo do Senhor —, e tu foste minha.
9Banhei-te na água, limpei-te do sangue e ungi-te com perfume. 10Eu te revesti de roupas bordadas, calcei-te com sandálias de fino couro, cingi-te de linho e te cobri de seda. 11Eu te enfeitei de joias, coloquei braceletes em teus braços e um colar no pescoço. 12Eu te pus um anel no nariz, brincos nas orelhas e uma coroa magnífica na cabeça. 13Estavas enfeitada de ouro e prata, tuas vestimentas eram de linho finíssimo, de seda e de bordados. Eu te nutria com flor de farinha, mel e óleo. Ficaste cada vez mais bela e chegaste à realeza.
14Tua fama se espalhou entre as nações por causa de tua beleza perfeita, devido ao esplendor com que te cobri — oráculo do Senhor. 15Mas puseste tua confiança na beleza e te prostituíste graças à tua fama. E sem pudor te oferecias a qualquer passante. 60Eu, porém, me lembrarei de minha aliança contigo, quando ainda eras jovem, e vou estabelecer contigo uma aliança eterna. 63É para que te recordes e te envergonhes, e na tua confusão não abras mais a boca, quando eu te houver perdoado tudo o que fizeste, — oráculo do Senhor Deus”
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus.

Salmo Responsorial — Is 12, 2-4. 5-6 (R. 1c)

℟. Acalmou-se a vossa ira e enfim me consolastes.

— Eis o Deus, meu Salvador, eu confio e nada temo; o Senhor é minha força, meu louvor e salvação. Com alegria bebereis no manancial da salvação. E direis naquele dia: “Dai louvores ao Senhor, invocai seu santo nome, anunciai suas maravilhas, dentre os povos proclamai que seu nome é o mais sublime. ℟.

℟. Acalmou-se a vossa ira e enfim me consolastes.

— Louvai cantando ao nosso Deus, que fez prodígios e portentos, publicai em toda a terra suas grandes maravilhas! Exultai cantando alegres, habitantes de Sião, porque é grande em vosso meio o Deus Santo de Israel!” ℟.

℟. Acalmou-se a vossa ira e enfim me consolastes.

℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣. Acolhei a palavra de Deus não como palavra humana, mas como mensagem de Deus, o que ela é, em verdade! (1Ts 2, 13) ℟.
℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
Evangelho — Mt 19, 3-12
℣. O Senhor esteja convosco.
℟. Ele está no meio de nós.

℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo ✠ segundo Mateus 
℟. Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 3alguns fariseus aproximaram-se de Jesus, e perguntaram, para o tentar: “É permitido ao homem despedir sua esposa por qualquer motivo?” 4Jesus respondeu: “Nunca lestes que o Criador, desde o início, os fez homem e mulher? 5E disse: ‘Por isso, o homem deixará pai e mãe, e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne’? 6De modo que eles já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe”.
7Os fariseus perguntaram: “Então, como é que Moisés mandou dar certidão de divórcio e despedir a mulher?” 8Jesus respondeu: “Moisés permitiu despedir a mulher, por causa da dureza do vosso coração. Mas não foi assim desde o início. 9Por isso, eu vos digo: quem despedir a sua mulher — a não ser em caso de união ilegítima — e se casar com outra, comete adultério”. 10Os discípulos disseram a Jesus: “Se a situação do homem com a mulher é assim, não vale a pena casar-se”.
11Jesus respondeu: “Nem todos são capazes de entender isso, a não ser aqueles a quem é concedido. 12Com efeito, existem homens incapazes para o casamento, porque nasceram assim; outros, porque os homens assim os fizeram; outros, ainda, se fizeram incapazes disso por causa do Reino dos Céus. Quem puder entender, entenda”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

SANTO DO DIA
São Maximiliano Maria Kolbe, Mártir (Memória)

Local: Auschwitz, Polônia
Data: 14 de Agosto † 1941

Maximiliano Maria Kolbe é um santo do conturbado século XX. Trata-se de um santo surpreendente. Raimundo, o nome de batismo, nasceu na pequena cidade de Zdunska Wolla, Polônia, em 1894, de um casal que lutava pela sobrevivência. Entrou na Ordem dos Frades Menores Conventuais ou Franciscanos Conventuais em 1907, tomando o nome de Maximiliano. Estudou filosofia e teologia em Roma, doutorando-se nos dois campos do saber. Por ocasião da sua profissão solene na Ordem, devido à grande devoção a Nossa Senhora da Conceição, adotou o nome de Maximiliano Maria. Foi ordenado sacerdote em 1919, em Roma. Voltando à Polônia foi nomeado professor de Filosofia e de História da Igreja no seminário sacerdotal da Ordem em Cracóvia.

Já como estudante em Roma, devido ao seu ardente amor a Nossa Senhora, estava convencido de que se estava iniciando a era da Imaculada, na qual Maria esmagaria a cabeça da serpente. Com o objetivo de anunciar o Evangelho conquistando assim por Maria o mundo para Cristo, ele fundou a associação denominada Milícia da Imaculada. Seus membros eram chamados “Cavaleiros da Imaculada”. Construiu uma inteira cidade chamada Cidade da Imaculada, que se difundiu na pátria e em várias regiões, fora da Polônia.

Desenvolveu através da palavra e dos seus escritos intenso apostolado missionário na Europa e na Ásia. Foi para o Japão como missionário, em 1930, e na periferia de Nagasaki fundou uma cidade semelhante à Cidade da Imaculada com o nome de “Jardim da Imaculada”.

Voltou para a pátria em 1936, onde sofreu a perseguição da polícia secreta do nazismo. A “Cidade da Imaculada” foi transformada pela Gestapo em campo de concentração. Em fevereiro de 1941, frei Maximiliano foi preso pela segunda vez. Ao fim de maio do mesmo ano, foi transferido de Varsóvia para o campo de extermínio de Auschwitz. Depois de três meses de sofrimentos, deu-se naquele campo a fuga de um prisioneiro. Em represália, dez prisioneiros inocentes deviam ser condenados à morte de fome. Um dos sorteados chorou: “Pobre de minha mulher, pobres de meus filhos…” Naquele instante, saiu da fila o prisioneiro n. 16.670, pedindo ao comandante o favor de poder substituir aquele pai de família, seu companheiro de prisão. O comandante aceitou. Depois de duas semanas, sobreviviam somente três, entre os quais frei Maximiliano. Para desocupar o lugar, foram mortos com uma injeção de ácido fênico na veia do braço esquerdo.

Maximiliano Maria foi beatificado por Paulo VI aos 18 de outubro de 1971. João Paulo II o canonizou e o declarou mártir, em 1982. Entrou para o elenco dos santos com o título de presbítero e mártir. João Paulo II o chamou de “patrono de nosso difícil século”.

Sua vida situa-se na encruzilhada dos problemas emergentes de nosso tempo: fome, paz entre os povos, reconciliação, necessidade de dar sentido à vida e à morte. Seu testemunho ilumina com luz pascal o horroroso mundo dos campos de concentração do nazismo.

Os textos litúrgicos realçam os diversos aspectos da vida apostólica de São Maximiliano Maria: a heroica doação de sua vida, o apostolado da imprensa, a missão e a intensa devoção à Virgem Imaculada.

A Antífona da entrada lembra o martírio no gesto de doação de sua vida: Vinde, benditos de meu Pai, diz o Senhor. Em verdade vos digo: tudo o que fizestes ao menor dos meus irmãos, foi a mim que o fizestes.

A Oração coleta realça o amor de São Maximiliano Maria à Virgem Imaculada, seu zelo pastoral e a dedicação ao próximo até à morte.

A Oração sobre as oferendas lembra também a oferta da vida a Deus, entregando-a por amor ao próximo. A Antífona da Comunhão lembra que “não há maior prova de amor que dar a vida pelos amigos”.

A Oração depois da Comunhão volta a insistir sobre o amor. Realmente, São Maximiliano Maria foi o mártir do amor, amor ao próximo, amor a um pai de família condenado injustamente, angustiado por ter que deixar abandonados sua esposa e seus dois filhos. Podemos realçar também o seu grande zelo missionário com o desejo de conquistar a todos para Cristo por intermédio da Imaculada Virgem Maria.

Referência:
BECKHÄUSER, Frei Alberto. Os Santos na Liturgia: testemunhas de cristo. Petrópolis: Vozes, 2013. 391 p. Adaptações: Equipe Pocket Terço.

São Maximiliano Maria Kolbe, rogai por nós!

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QUINTA-FEIRA, DIA 13 DE AGOSTO DE 2026

XIX SEMANA DO TEMPO COMUM
Cor Litúrgica verde

Primeira leitura
— Ez 12, 1-12

Leitura da Profecia de Ezequiel

1A palavra do Senhor foi-me dirigida nestes termos: 2“Filho do homem, estás morando no meio de um povo rebelde. Eles têm olhos para ver e não veem, ouvidos para ouvir e não ouvem, pois são um povo rebelde. 3Quanto a ti, Filho do homem, prepara para ti uma bagagem de exilado, em pleno dia, à vista deles. Emigrarás do lugar onde estás, à vista deles, para outro lugar. Talvez percebam que são um povo rebelde. 4Deverás tirar a bagagem em pleno dia, à vista deles, como se fosse a bagagem de um exilado. Mas deverás sair à tarde, à vista deles, como quem vai para o exílio.
5À vista deles deverás cavar para ti um buraco no muro, pelo qual sairás; 6deverás carregar a bagagem nas costas e retirá-la no escuro. Deverás cobrir a face para não ver o país, pois eu fiz de ti um sinal para a casa de Israel”.
7Eu fiz assim como me foi ordenado. Tirei a bagagem durante o dia, como se fosse a bagagem de exilado; à tarde, abri com a mão um buraco no muro. Saí ao escuro, carregando a bagagem às costas, diante deles. 8De manhã, a palavra do Senhor foi-me dirigida nestes termos: 9“Filho do homem, não te perguntaram os da casa de Israel, essa gente rebelde, o que estavas fazendo?
10Dize-lhes: Assim fala o Senhor Deus: Este oráculo refere-se ao príncipe de Jerusalém e a toda a casa de Israel que está na cidade. 11Dize: Eu sou um sinal para vós. Assim como eu fiz, assim será feito com eles: irão cativos para o exílio. 12O príncipe que está no meio deles levará a bagagem às costas e sairá ao escuro. Farão no muro um buraco para sair por ele. O príncipe cobrirá o rosto para não ver com seus olhos o país”.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus.

Salmo Responsorial — Sl 77(78), 56-57. 58-59. 61-62 (R. cf. 7c)

℟. Das obras do Senhor não se esqueçam.

— Mesmo assim, eles tentaram o Altíssimo, recusando-se a guardar os seus preceitos. Como seus pais, se transviaram, e o traíram como um arco enganador que volta atrás; ℟.

℟. Das obras do Senhor não se esqueçam.

— irritaram-no com seus lugares altos, provocaram-lhe o ciúme com seus ídolos. Deus ouviu e enfureceu-se contra eles, e repeliu com violência a Israel. ℟.

℟. Das obras do Senhor não se esqueçam.

— Entregou a sua arca ao cativeiro, e às mãos do inimigo a sua glória; fez perecer seu povo eleito pela espada, e contra a sua herança enfureceu-se. ℟.

℟. Das obras do Senhor não se esqueçam.

℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣. Fazei brilhar vosso semblante ao vosso servo e ensinai-me vossas leis e mandamentos! (Sl 118, 135) ℟.
Evangelho — Mt 18, 21-19, 1
℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.

℣. O Senhor esteja convosco.
℟. Ele está no meio de nós.

℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo ✠ segundo Mateus 
℟. Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 18, 21Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?” 22Jesus respondeu: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. 23Porque o Reino dos Céus é como um rei que resolveu acertar as contas com seus empregados. 24Quando começou o acerto, trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme fortuna.
25Como o empregado não tivesse com que pagar, o patrão mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía, para que pagasse a dívida. 26O empregado, porém, caiu aos pés do patrão, e, prostrado, suplicava: ‘Dá-me um prazo! E eu te pagarei tudo’. 27Diante disso, o patrão teve compaixão, soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida. 28Ao sair dali, aquele empregado encontrou um dos seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Paga o que me deves’.
29O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava: ‘Dá-me um prazo! E eu te pagarei’. 30Mas o empregado não quis saber disso. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia. 31Vendo o que havia acontecido, os outros empregados ficaram muito tristes, procuraram o patrão e lhe contaram tudo. 32Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse: ‘Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. 33Não devias tu também, ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?’
34O patrão indignou-se e mandou entregar aquele empregado aos torturadores, até que pagasse toda a sua dívida. 35É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão”. 19, 1Ao terminar estes discursos, Jesus deixou a Galileia e veio para o território da Judeia além do Jordão.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

SANTO DO DIA
Santa Dulce dos Pobres, Religiosa (Memória Facultativa)

Local: Bahia, Brasil
Data: 13 de Agosto † 1992

Santa Dulce nasceu em 26 de maio de 1914 em Salvador na Bahia (Brasil), batizada com o nome de Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes, a segunda dos cinco filhos de Augusto e Dulce Maria de Souza Brito Lopes Pontes. Órfã de mãe aos seis anos, tinha cerca de 16 anos quando começou a manifestar a qualidade que a teria distinguido ao longo da vida: a caridade. No porão da casa acolhia crianças, adultos e idosos pobres e cuidava deles: da família e dos vizinhos obtinha alimentos, roupas, remédios e alguns trocados que lhes destinava, para amenizar seu sofrimento.

Enquanto cursava o mestrado em Salvador da Bahia, ingressou na Ordem Terceira Franciscana. Mais tarde conheceu o Superior Provincial das Missionárias da Imaculada Conceição. Mal se formou, em 8 de fevereiro de 1933, ingressou nesta Congregação que faz parte da grande família franciscana. Em 15 de agosto de 1934 emite os votos religiosos e leva o nome de Dulce, em memória de sua mãe.

Em 1935 fundou o primeiro movimento operário cristão em Salvador: o Sindicato Operário de São Francisco; em 1937 fundou o Clube dos Trabalhadores da Bahia; em 1939 inaugurou o Colégio S. Antônio, escola pública para trabalhadores e filhos de trabalhadores, no distrito de Massaranduba, em Salvador. No mesmo ano, a santa começou a receber os enfermos em prédios abandonados da cidade; em 1949, com a autorização da superiora, conseguiu hospedar setenta enfermos em um abrigo obtido no galinheiro ao lado da casa de sua congregação. Em 1960 foi inaugurado o Hospital Social Irmã Dulce, com um Estatuto que abrangia todos os seus fundamentos e destacava seu caráter exclusivamente cristão e humanitário.

Em julho de 1979, o cardeal arcebispo Avelar Brandão Vilela convidou Santa Teresa de Calcutá a Salvador para abrir uma casa em Alagados. A irmã Dulce aproveitou a oportunidade para conhecê-la. Exatamente um ano depois, houve outro encontro importante, aquele com São João Paulo II.

Em 8 de fevereiro de 1983, foi inaugurado o novo hospital de Santo Antônio, considerado pelos baianos mais um “milagre de Irmã Dulce”.

Os últimos meses da vida da santa foram caracterizados por doenças. A situação piorou em novembro de 1990. Em outubro de 1991, São João Paulo II foi para Salvador e queria ir às Obras visitar a Irmã Dulce. O Cardeal Lucas Moreira Neves contou que o Santo Padre disse várias vezes: “este é o sofrimento dos inocentes, igual ao de Jesus”. Ele enfrentou todo o seu sofrimento abandonado nos braços do Senhor.

Todo o Apostolado dos Bem-aventurados resplandece entre os cristãos que fizeram da caridade a Deus e ao próximo toda a sua vida. Sua caridade era maternal, terna. Sua dedicação aos pobres tinha uma raiz sobrenatural e de Céu. Ela extraiu energia e recursos para colocar em movimento uma incrível atividade de serviço ao mínimo. Longe de qualquer horizontalismo, como verdadeira alma franciscana empobreceu com os pobres por amor aos supremamente Pobres. Sem fomentar conflitos de classe, ela lembrava aos ricos a necessidade evangélica de partir o pão com os famintos. A sua vida foi uma confissão do primado de Deus e da grandeza do homem filho de Deus, mesmo onde a imagem divina parece escurecida, degradada e humilhada.

Em 13 de março de 1992 faleceu a Santa Dulce em Salvador da Bahia. De todo o Brasil ela foi, e ainda se define, a “Mãe dos Pobres” e o “Bom Anjo da Bahia”. O Papa Bento XVI a beatificou no dia 22 de maio de 2011 e no dia 13 de outubro de 2019 se deu a sua canonização sob o pontificado do Papa Francisco.

Fonte: causesanti.va

Santa Dulce dos Pobres, rogai por nós!

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QUARTA-FEIRA, DIA 12 DE AGOSTO DE 2026

XIX SEMANA DO TEMPO COMUM
Memória Facultativa
Santa Joana Francisca de Chantal, Religiosa ou Santos Ponciano, Papa, e Hipólito, Presbítero
Cor Litúrgica verde

Primeira leitura
— Ez 9, 1-7; 10, 18-22
Leitura da Profecia de Ezequiel
9, 1 O Senhor gritou a meus ouvidos, com voz forte: “Aproxima-se o castigo da cidade! Cada um tenha sua arma destruidora na mão!” 2 Então, eu vi seis homens vindo da porta superior, voltada para o norte, cada qual empunhando uma arma de destruição. Entre eles havia um homem vestido de linho, que levava um estojo de escriba na cintura. Eles foram colocar-se junto do altar de bronze.
3 Então a glória do Deus de Israel elevou-se de cima do querubim sobre o qual estava, em direção à soleira do Templo. E chamou o homem vestido de linho, que levava um estojo de escriba à cintura. 4 O Senhor disse-lhe: “Passa pelo meio da cidade, por Jerusalém, e marca com uma cruz na testa os homens que gemem e suspiram por causa de tantos horrores que nela se praticam”. 5 E escutei o que ele dizia aos outros: “Percorrei a cidade atrás dele e matai sem dó nem piedade. 6 Matai velhos, jovens e moças, mulheres e crianças, matai a todos, até ao extermínio. Mas não toqueis em nenhum homem sobre quem estiver a cruz. Começai pelo meu santuário”. E eles começaram pelos anciãos que estavam diante do Templo.
7 Ele disse-lhe: “Profanai o Templo, enchei os átrios de cadáveres. Ide”. E eles saíram para matar na cidade! 10, 18 Então a glória do Senhor saiu da soleira do Templo e parou sobre os querubins. 19 Os querubins levantaram suas asas e elevaram-se da terra à minha vista, partindo juntamente com eles as rodas. Eles pararam à entrada da porta oriental do Templo do Senhor, e a glória do Deus de Israel estava em cima deles.
20 Eram estes os seres vivos que eu tinha visto debaixo do Deus de Israel, nas margens do rio Cobar, e compreendi que eram querubins. 21 Cada um tinha quatro faces e quatro asas, e debaixo das asas, uma forma de mão humana. 22 Suas faces eram semelhantes às faces que eu tinha visto junto ao rio Cobar. Cada um seguia em sua frente.
Palavra do Senhor.
Graças a Deus.

Salmo Responsorial — Sl 112(113), 1-2. 3-4. 5-6 (R. 4b)
A glória do Senhor vai além dos altos céus.
Louvai, louvai, ó servos do Senhor, louvai, louvai o nome do Senhor! Bendito seja o nome do Senhor, agora e por toda a eternidade!
A glória do Senhor vai além dos altos céus.
Do nascer do sol até o seu ocaso, louvado seja o nome do Senhor! O Senhor está acima das nações, sua glória vai além dos altos céus.
A glória do Senhor vai além dos altos céus.
Quem pode comparar-se ao nosso Deus, ao Senhor, que no alto céu tem o seu trono e se inclina para olhar o céu e a terra?
A glória do Senhor vai além dos altos céus.

Aleluia, Aleluia, Aleluia.
Em Cristo, Deus reconciliou consigo mesmo a humanidade; e a nós ele entregou esta reconciliação. (2Cor 5, 19)
Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Evangelho — Mt 18, 15-20
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo ✠ segundo Mateus
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 15 “Se o teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo, mas em particular, a sós contigo! Se ele te ouvir, tu ganhaste o teu irmão. 16 Se ele não te ouvir, toma contigo mais uma ou duas pessoas, para que toda a questão seja decidida sob a palavra de duas ou três testemunhas. 17 Se ele não vos der ouvido, dize-o à Igreja. Se nem mesmo à Igreja ele ouvir, seja tratado como se fosse um pagão ou um pecador público. 18 Em verdade vos digo, tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. 19 De novo, eu vos digo: se dois de vós estiverem de acordo na terra sobre qualquer coisa que quiserem pedir, isto vos será concedido por meu Pai que está nos céus. 20 Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome eu estou ali, no meio deles”.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

SANTO DO DIA
Santa Joana Francisca de Chantal, Religiosa (Memória Facultativa)

Local: Moulins, França
Data: 12 de Agosto † 1641

A memória facultativa de Santa Joana Francisca de Chantal, falecida em 13 de dezembro de 1641, primeiramente foi transferida para a véspera de seu falecimento por causa da concorrência com a memória de Santa Luzia, mártir. No Brasil, por sua vez, por causa da concorrência da festa de Nossa Senhora de Guadalupe, ela fora transferida para o dia 10 de dezembro. Agora, na terceira edição típica do Missal romano, ela é comemorada no dia 12 de agosto.

Joana Francisca nasceu em Dijon, centro da França, em 1572. Santa Joana Francisca Frémiot de Chantal soma-se a numerosos personagens ilustres que, com sua santidade, deram grande prestigio à Igreja francesa do século XVII, século que se seguiu ao Concilio de Trento. O sobrenome Frémiot ela o herdou de seu pai que exercia alto cargo em Dijon. Ela é de Chantal porque se casou com o barão de Chantal. Quando foi crismada acrescentou o nome de Francisca ao de Joana, por sua ardente devoção a Francisco de Assis.

Sua mãe faleceu quando Joana era criança e dela sentiu terrível falta. O pai, porém, lhe ofereceu excelente formação humana e cristã.

Aos 20 anos de idade, Joana Francisca contraiu núpcias com o barão de Chantal. O casal teve seis filhos, sendo que dois não chegaram à idade adulta. Joana Francisca não se apegou ao novo conforto da vida de baronesa, mas com todo escrúpulo cumpria as obrigações do novo estado. Dedicada ao esposo, carinhosa para com os quatro filhos, atenciosa e justa para com os empregados, extremamente caridosa com os pobres, era de todos querida e amada.

Triste acidente trouxe-lhe um grande transtorno na vida, imprimindo-lhe nova direção. Numa caçada, o marido foi vítima fatal de um disparo casual de uma arma. Joana Francisca, bela, inteligente, jovem ainda, da alta sociedade, tinha todas as chances para contrair novas núpcias, mas, conformada e confortada pela fé, preferiu consagrar a Deus e a seus filhos a viuvez precoce. Iniciou uma vida de maior união com Deus e de caridade para com os pobres.

Alguns anos depois, ela teve um decisivo encontro com o bispo de Genebra, Francisco de Sales, que se tornou seu diretor espiritual. Desse providencial encontro nascerá para a Igreja uma nova ordem religiosa. Francisco de Sales notava em Joana Francisca a pessoa ideal para realizar o sonho de uma fundação religiosa mais engajada na vida e atividade da Igreja, que servisse de fermento ao povo, e fosse serva de caridade nas emergências da vida social. Ele sonhava com uma Ordem feminina sem clausura, que fosse acessível também a mulheres anciãs e de saúde frágil. Francisco de Sales pôs Joana Francisca a par de seus planos.

O tempo passou, a vida caminhou e surgiu para Joana Francisca a oportunidade de dar encaminhamento aos planos do bispo de Genebra. Assim se deu, mas não sem graves e dolorosas oposições, sobretudo por parte do velho pai, dos filhos e parentes. Sua filha mais velha casou-se, outra veio a falecer; o rapaz foi confiado à tutela de seu avô. Apenas com a menina caçula para criar, Joana Francisca pôs mãos à obra. Sob a direção prudente de Francisco de Sales ela fundou o primeiro convento em Annecy sob o título de Irmãs da Visitação de Nossa Senhora. Maria Santíssima, pela caridade e humildade demonstrada em visitar e ajudar a sua parenta Isabel, devia ser a inspiradora da vida das novas religiosas. Novas casas foram sendo fundadas com a assistência de São Francisco de Sales. Aconteceu que, em 1607, a Casa de Lião foi obrigada pelo arcebispo a aceitar a regra da clausura, apesar da relutância de Francisco de Sales. Quando este veio a falecer em 1622, a obra continuava crescendo, e foi adiante com o incansável trabalho de Joana Francisca. Existiam mais de oitenta conventos quando Joana Francisca de Chantal faleceu, em 1641, em Moulin, ao voltar da visita de uma de suas funções.

Sua caminhada espiritual de contemplativa e mística não transcorreu sem dificuldades. Em 1622 ela perdeu seu guia espiritual Francisco de Sales, que lhe escrevera o Tratado do Amor de Deus. Era perturbada também por cruéis provações de aridez espiritual e de tentações contra a fé. Nos últimos anos de vida esteve sob a direção espiritual de São Vicente de Paulo.

A Oração coleta a apresenta como pessoa exemplar nos diversos estados de vida. Realmente, foi uma jovem, modelo de pureza e de piedade; foi esposa e mãe fiel e pressurosa; foi viúva serena e operosa; foi irmã religiosa exemplar; e, finalmente, foi fundadora de uma família religiosa. Ela mostra a todos como corresponder fielmente à vocação e ser em todas as circunstâncias um exemplo para todos.

Referência:
BECKHÄUSER, Frei Alberto. Os Santos na Liturgia: testemunhas de cristo. Petrópolis: Vozes, 2013. 391 p. Adaptações: Equipe Pocket Terço.

Santa Joana Francisca de Chantal, rogai por nós!

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TERÇA-FEIRA, DIA 11 DE AGOSTO DE 2026

Santa Clara, Virgem, Memória
Cor Litúrgica branca

Primeira leitura
— Ez 2, 8-3, 4
Leitura da Profecia de Ezequiel
Assim fala o Senhor: 2, 8 “Quanto a ti, Filho do homem, escuta o que eu te digo: Não sejas rebelde como esse bando de rebeldes. Abre a boca e come o que eu te vou dar”. 9 Eu olhei e vi uma mão estendida para mim e, na mão, um livro enrolado. Desenrolou-o diante de mim; estava escrito na frente e no verso e nele havia cantos fúnebres, lamentações e ais.
3, 1 Ele me disse: “Filho do homem, come o que tens diante de ti! Come este rolo e vai falar aos filhos de Israel”. 2 Eu abri a boca, e ele fez-me comer o rolo. 3 Depois disse-me: “Filho do homem, alimenta teu ventre e sacia as entranhas com este rolo que eu te dou”. Eu o comi, e era doce como mel em minha boca. 4 Ele disse-me então: “Filho do homem, vai! Dirige-te à casa de Israel e fala-lhes com as minhas palavras”.
Palavra do Senhor.
Graças a Deus.

Salmo Responsorial — Sl 118(119), 14. 24. 72. 103. 111. 131 (R. 103a)
Como é doce ao paladar vossa palavra, ó Senhor!
Seguindo vossa lei me rejubilo muito mais do que em todas as riquezas.
Como é doce ao paladar vossa palavra, ó Senhor!
Minha alegria é a vossa Aliança, meus conselheiros são os vossos mandamentos.
Como é doce ao paladar vossa palavra, ó Senhor!
A lei de vossa boca, para mim, vale mais do que milhões em ouro e prata.
Como é doce ao paladar vossa palavra, ó Senhor!
Como é doce ao paladar vossa palavra, muito mais doce do que o mel na minha boca!
Como é doce ao paladar vossa palavra, ó Senhor!
Vossa palavra é minha herança para sempre, porque ela é que me alegra o coração!

Como é doce ao paladar vossa palavra, ó Senhor!
Abro a boca e aspiro largamente, pois estou ávido de vossos mandamentos.
Como é doce ao paladar vossa palavra, ó Senhor!
Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim, que sou de coração humilde e manso! (Mt 11, 29ab)
Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Evangelho — Mt 18, 1-5. 10. 12-14
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo ✠ segundo Mateus
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 1 os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Quem é o maior no Reino dos Céus?” 2 Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles 3 e disse: “Em verdade vos digo, se não vos converterdes, e não vos tornardes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus. 4 Quem se faz pequeno como esta criança, esse é o maior no Reino dos Céus. 5 E quem recebe em meu nome uma criança como esta, é a mim que recebe.
10 Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. 12 Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas, e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas, para procurar aquela que se perdeu? 13 Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela, do que com as noventa e nove que não se perderam. 14 Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos”.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

SANTO DO DIA
Santa Clara, patrona da televisão

Origens
Santa Clara nasceu em Assis, Itália, no ano de 1193, em uma nobre família. Destacou-se pela sua caridade e respeito para com os pequenos, por isso, ao se deparar com a pobreza evangélica vivida por Francisco de Assis, apaixonou-se por esse estilo de vida.
Encontro com Francisco de Assis
Em 1212, quando tinha apenas dezenove anos, a jovem abandonou o seu lar para ir ao encontro de Francisco de Assis, na igreja de Santa Maria dos Anjos. Ela cortou o cabelo e vestiu um modesto hábito de lã, além disso, pronunciou os votos perpétuos de pobreza, castidade e obediência.
Clara foi, primeiro, para o mosteiro beneditino de São Paulo das Abadessas. Pouco depois, foi para a Ermida de Santo Ângelo de Panço, onde Inês, sua irmã de sangue, juntou-se a ela.
Clarissas
Ao se dirigir ao convento de São Damião, Clara – juntamente com outras moças – deu início a uma nova vida religiosa. Elas, primeiramente, foram chamadas de “Damianitas”, depois, como Clara escolheu, elas foram chamadas de “Damas Pobres” e, finalmente, de “Clarissas”.
Seguindo as orientações de Francisco, em 1216, Clara aceitou para a sua Ordem as regras beneditinas e o título de abadessa. Porém, conseguiu o “privilégio da pobreza” do Papa Inocêncio III, mantendo o carisma franciscano.
Patrona da televisão 
Em 1226, Francisco de Assis morreu, e Clara acompanhou o funeral dele sem sair do quarto, já que estava doente. Ela via as imagens como se projetadas na parede. Anteriormente a isso, ela teve esse mesmo tipo de visão em uma noite de Natal, quando viu o presépio e pôde assistir ao santo ofício que acontecia na igreja de Santa Maria dos Anjos. Por essas visões, foi proclamada oficialmente “Patrona da Televisão”.
Outro grande feito dessa santa foi a expulsão dos turcos muçulmanos da cidade de Assis. Ela portava nas mãos o Santíssimo Sacramento.
Páscoa
Santa Clara faleceu, no dia 11 de agosto de 1253, aos 60 anos de idade. Foi canonizada no ano de 1255, pelo Papa Alexandre IV.
Minha oração
“Santa Clara, que, seguindo os passos de São Francisco de Assis, iluminou o mundo com a vossa obediência ao Senhor, ajudai-nos a ter um coração como o vosso: humilde, pobre e temente a Deus. Amém!”
Santa Clara, patrona da televisão, rogai por nós!

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SEGUNDA-FEIRA, DIA 10 DE AGOSTO DE 2026

São Lourenço, Diácono e Mártir, Festa
Cor Litúrgica vermelha

Primeira leitura
— 2Cor 9, 6-10
Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios
Irmãos, 6 “Quem semeia pouco colherá também pouco e quem semeia com largueza colherá também com largueza”. 7 Dê cada um conforme tiver decidido em seu coração, sem pesar nem constrangimento; pois Deus “ama quem dá com alegria”.
8 Deus é poderoso para vos cumular de toda sorte de graças, para que, em tudo, tenhais sempre o necessário e ainda tenhais de sobra para toda obra boa, 9 como está escrito: “Distribuiu generosamente, deu aos pobres; a sua justiça permanece para sempre”.
10 Aquele que dá a semente ao semeador e lhe dará o pão como alimento, ele mesmo multiplicará as vossas sementes e aumentará os frutos da vossa justiça.
Palavra do Senhor.
Graças a Deus.

Salmo Responsorial — Sl 111(112), 1-2. 5-6. 7-8. 9 (R. 5a)
Feliz o homem caridoso e prestativo.
Feliz o homem que respeita o Senhor e que ama com carinho a sua lei! Sua descendência será forte sobre a terra, abençoada a geração dos homens retos!
Feliz o homem caridoso e prestativo.
Feliz o homem caridoso e prestativo, que resolve seus negócios com justiça. Porque jamais vacilará o homem reto, sua lembrança permanece eternamente!
Feliz o homem caridoso e prestativo.
Ele não teme receber notícias más: confiando em Deus, seu coração está seguro. Seu coração está tranquilo e nada teme, e confusos há de ver seus inimigos.
Feliz o homem caridoso e prestativo.
Ele reparte com os pobres os seus bens, permanece para sempre o bem que fez, e crescerão a sua glória e seu poder.
Feliz o homem caridoso e prestativo.

Aleluia, Aleluia, Aleluia.
Aquele que me segue não caminha entre as trevas, mas terá a luz da vida. (Jo 8, 12bc)
Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Evangelho — Jo 12, 24-26
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo ✠ segundo João
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 24 “Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo que cai na terra não morre, ele continua só um grão de trigo; mas se morre, então produz muito fruto.
25 Quem se apega à sua vida, perde-a; mas quem faz pouca conta de sua vida neste mundo conservá-la-á para a vida eterna. 26 Se alguém me quer servir, siga-me, e onde eu estou estará também o meu servo. Se alguém me serve, meu Pai o honrará”.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

SANTO DO DIA
São Lourenço, diácono amigo do Papa Sisto II

Origens 
São Lourenço nasceu na Espanha na primeira metade do século II. Conta-nos a história que São Lourenço tinha grande amizade com o Papa Sisto II, o qual confiou-lhe a função de arquidiácono. Ele administrava os bens e as ofertas para ajudar os pobres, órfãos e viúvas.
Tesouros da Igreja 
No ano 258 d.C., foi publicado um decreto do imperador Valeriano, em que ordenava que todos os bispos, presbíteros e diáconos deveriam ser condenados à morte.
Lourenço, alguns diáconos e o Papa Sisto II foram presos. O Pontífice foi assassinado no dia 6 de agosto. O imperador poupou a vida de Lourenço pedindo que lhe entregasse os “tesouros da Igreja”. Ele reuniu órfãos, cegos, coxos, viúvas e idosos e apresentou ao imperador  dizendo: “Eis aqui os nossos tesouros, que nunca diminuem e podem ser encontrados em toda parte”.
Páscoa 
No dia 10 de agosto, São Lourenço também foi martirizado. Segundo uma antiga “Paixão”, coletada por Santo Ambrósio, ele foi queimado em uma grelha. Após a sua morte, o corpo de São Lourenço foi deposto em uma sepultura na Via Tiburtina. No lugar do seu martírio, foi construída uma igreja, dedicada a São Lourenço, em Panisperna.
Minha oração 
“São Lourenço, que nunca desanimastes na fé em Deus, dai-nos o desejo e a força de enfrentar as dificuldades por amor e seguir o Evangelho. Amém!”
São Lourenço, diácono amigo do Papa Sisto II, rogai por nós!

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DOMINGO, DIA 09 DE AGOSTO DE 2026

XIX DOMINGO DO TEMPO COMUM
Cor Litúrgica verde

Primeira leitura
— 1Rs 19, 9a. 11-13a
Leitura do Primeiro Livro dos Reis
Naqueles dias, ao chegar a Horeb, o monte de Deus, 9a o profeta Elias entrou numa gruta, onde passou a noite. E eis que a palavra do Senhor lhe foi dirigida nestes termos: 11 “Sai e permanece sobre o monte diante do Senhor, porque o Senhor vai passar”.
Antes do Senhor, porém, veio um vento impetuoso e forte, que desfazia as montanhas e quebrava os rochedos. Mas o Senhor não estava no vento. Depois do vento, houve um terremoto. Mas o Senhor não estava no terremoto. 12 Passado o terremoto, veio um fogo. Mas o Senhor não estava no fogo. E, depois do fogo, ouviu-se o murmúrio de uma leve brisa. 13a Ouvindo isso, Elias cobriu o rosto com o manto, saiu e pôs-se à entrada da gruta.
Palavra do Senhor.
Graças a Deus.

Salmo Responsorial — Sl 84(85), 9ab-10. 11-12. 13-14 (R. 8)
Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade, e a vossa salvação nos concedei!
Quero ouvir o que o Senhor irá falar: é a paz que ele vai anunciar. Está perto a salvação dos que o temem, e a glória habitará em nossa terra.
Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade, e a vossa salvação nos concedei!
A verdade e o amor se encontrarão, a justiça e a paz se abraçarão; da terra brotará a fidelidade, e a justiça olhará dos altos céus.
Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade, e a vossa salvação nos concedei!
O Senhor nos dará tudo o que é bom, e a nossa terra nos dará suas colheitas; a justiça andará na sua frente e a salvação há de seguir os passos seus.
Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade, e a vossa salvação nos concedei!

Segunda leitura
— Rm 9, 1-5
Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos
Irmãos: 1 Não estou mentindo, mas, em Cristo, digo a verdade, apoiado no testemunho do Espírito Santo e da minha consciência.
2 Tenho no coração uma grande tristeza e uma dor contínua, 3 a ponto de desejar ser eu mesmo segregado por Cristo em favor de meus irmãos, os de minha raça. 4 Eles são israelitas. A eles pertencem a filiação adotiva, a glória, as alianças, as leis, o culto, as promessas 5 e também os patriarcas. Deles é que descende, quanto à sua humanidade, Cristo, o qual está acima de todos, Deus bendito para sempre! Amém!
Palavra do Senhor.
Graças a Deus.

Aleluia, aleluia, aleluia.
Eu confio em nosso Senhor, com fé, esperança e amor; eu espero em sua palavra, hosana, ó Senhor, vem, me salva! (cf. Sl 129, 5)
Aleluia, aleluia, aleluia.

Evangelho — Mt 14, 22-33
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo ✠ segundo Mateus
Glória a vós, Senhor.
Depois da multiplicação dos pães, 22 Jesus mandou que os discípulos entrassem na barca e seguissem, à sua frente, para o outro lado do mar, enquanto ele despediria as multidões. 23 Depois de despedi-las, Jesus subiu ao monte, para orar a sós. A noite chegou, e Jesus continuava ali, sozinho. 24 A barca, porém, já longe da terra, era agitada pelas ondas, pois o vento era contrário. 25 Pelas três horas da manhã, Jesus veio até os discípulos, andando sobre o mar. 26 Quando os discípulos o avistaram, andando sobre o mar, ficaram apavorados, e disseram: “É um fantasma”. E gritaram de medo. 27 Jesus, porém, logo lhes disse: “Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!”
28 Então Pedro lhe disse: “Senhor, se és tu, manda-me ir ao teu encontro, caminhando sobre a água”. 29 E Jesus respondeu: “Vem!” Pedro desceu da barca e começou a andar sobre a água, em direção a Jesus. 30 Mas, quando sentiu o vento, ficou com medo e, começando a afundar, gritou: “Senhor, salva-me!” 31 Jesus logo estendeu a mão, segurou Pedro, e lhe disse: “Homem fraco na fé, por que duvidaste?”
32 Assim que subiram no barco, o vento se acalmou. 33 Os que estavam no barco prostraram-se diante dele, dizendo: “Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus!”
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

SANTO DO DIA
Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein), mártir

Origens
Edith nasceu em Breslávia, na Baixa Silésia, Polônia, em 1891; ela era a 11ª filha de um casal muito fervoroso de judeus. O pai morreu quando ela ainda não tinha completado dois anos. A mãe educou as crianças dentro da religião judaica.
Durante a adolescência, Edith teve uma crise e afastou-se de Deus. Mais tarde, dedicou-se a uma vida de estudos na Universidade de Breslau, tendo como meta a Filosofia.
Fé e ciência 
A sua conversão aconteceu, em 1921, quando ela leu a autobiografia de Santa Teresa d’Ávila durante uma noite. “Quando fechei o livro, disse para mim mesma: é esta a verdade”, declarou ela mais tarde. Recebeu o Batismo e a Crisma, em 1922, contra a vontade dos pais, mas nunca renegou suas raízes judaicas.
Usou seus dons acadêmicos para servir a Deus. Tornou-se professora e Irmã carmelita em Colônia, em 1934, com o nome de Teresa Benedita da Cruz.
Perseguição 
A perseguição nazista aos judeus alemães intensificou-se, e por isso Edith foi transferida para o Carmelo de Echt, na Holanda, juntamente com sua irmã Rosa, que também foi batizada na Igreja Católica e prestava serviço no convento.
Os bispos católicos dos Países Baixos fizeram um comunicado contra as deportações dos judeus. Em forma de represália, Hitler mandou invadir o convento na Holanda e prender Edith e sua irmã. Elas e mais 244 judeus católicos foram levados para o campo de concentração Auschwitz. Ali, cuidou das crianças encarceradas e ensinou o Evangelho aos presos.
Páscoa 
Edith Stein morreu, em agosto de 1942, juntamente com a sua irmã Rosa nas câmaras de gás de Auschwitz; depois, seu corpo foi queimado. Foi canonizada em Roma, em 1998, pelo então Papa João Paulo II.
Minha oração 
“Ó Santa Teresa Benedita da Cruz, ajuda-me a ter um encontro verdadeiro com Jesus, a fim de morrer para as coisas deste mundo e viver apenas para Ele. Santa Edith Stein, interceda por mim a Deus Pai, para que logo estejamos todos juntos no paraíso. Amém.” 
Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein), rogai por nós!

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SÁBADO, DIA 08 DE AGOSTO DE 2026

São Domingos, Presbítero, Memória
Cor Litúrgica branca

Primeira leitura
— Hab 1, 12–2, 4
Leitura da Profecia de Habacuc
12 Acaso não existes desde o princípio, Senhor, meu Deus, meu Santo, que não haverás de morrer?Senhor, puseste essa gente como instrumento de tua justiça; criaste-a, ó meu rochedo, para exercer punição.13 Teus olhos são puros para não veres o mal; não podes aceitar a visão da iniquidade. Por que, então, olhando para os malvados, e vendo-os devorar o justo, ficas calado?14 Tratas os homens como os peixes do mar, como os répteis, que não têm dono.15 O pescador pega tudo com o anzol, puxa os peixes com a rede varredoura e recolhe-os na outra rede; com isso, alegra-se e faz a festa.16 Faz imolação por causa da sua malha, oferece incenso por causa da sua rede, porque com elas cresceu a captura de peixes e sua comida aumentou.17 Será por isso que ele sempre desembainhará a espada, para matar os povos, sem dó nem piedade?2,1 Vou ocupar meu posto de guarda e estarei de atalaia, atento ao que me será dito e ao que será respondido à minha denúncia.2 Respondeu-me o Senhor, dizendo: “Escreve esta visão, estende seus dizeres sobre tábuas, para que possa ser lida com facilidade.3 A visão refere-se a um prazo definido, mas tende para um desfecho, e não falhará; se demorar, espera, pois ela virá com certeza, e não tardará.4 Quem não é correto, vai morrer, mas o justo viverá por sua fé”.
Palavra do Senhor.
Graças a Deus.

Salmo Responsorial — Sl 9A(9), 8-9. 10-11. 12-13 (R. 11b)
Vós nunca abandonais quem vos procura, ó Senhor.
Deus sentou-se para sempre no seu trono, preparou o tribunal do julgamento; julgará o mundo inteiro com justiça, e as nações há de julgar com equidade.
Vós nunca abandonais quem vos procura, ó Senhor.
O Senhor é o refúgio do oprimido, seu abrigo nos momentos de aflição. Quem conhece o vosso nome, em vós espera, porque nunca abandonais quem vos procura.
Vós nunca abandonais quem vos procura, ó Senhor.
Cantai hinos ao Senhor Deus de Sião, celebrai seus grandes feitos entre os povos! Pois não esquece o clamor dos infelizes, deles se lembra e pede conta do seu sangue.
Vós nunca abandonais quem vos procura, ó Senhor.

Aleluia, Aleluia, Aleluia.
Jesus Cristo Salvador destruiu o mal e a morte; fez brilhar pelo Evangelho a luz e a vida imperecíveis. (Cf. 2Tm 1, 10)
Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Evangelho — Mt 17, 14-20
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo ✠ segundo Mateus
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 14 chegando Jesus e seus discípulos junto da multidão, um homem aproximou-se de Jesus, ajoelhou-se e disse: 15 “Senhor, tem piedade do meu filho. Ele é epilético, e sofre ataques tão fortes que muitas vezes cai no fogo ou na água. 16 Levei-o aos teus discípulos, mas eles não conseguiram curá-lo!”
17 Jesus respondeu: “Ó gente sem fé e perversa! Até quando deverei ficar convosco? Até quando vos suportarei? Trazei aqui o menino”. 18 Então Jesus o ameaçou e o demônio saiu dele. Na mesma hora, o menino ficou curado.19 Então, os discípulos aproximaram-se de Jesus e lhe perguntaram em particular: “Por que nós não conseguimos expulsar o demônio?”
20 Jesus respondeu: “Porque a vossa fé é demasiado pequena. Em verdade vos digo, se vós tiverdes fé do tamanho de uma semente de mostarda, direis a esta montanha: ‘Vai daqui para lá’ e ela irá. E nada vos será impossível”.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

SANTO DO DIA
São Domingos de Gusmão, fundador da Ordem dos Pregadores

Origens 
São Domingos nasceu em Caleruega, na Castela Velha, em 1170, Espanha. Pertencia a uma família nobre, católica e rica: seus pais eram Félix de Gusmão e Joana d’Aza e seus irmãos, Antonio e Manes. Na sua família, havia um tio sacerdote. Assim, a vontade de evangelizar já estava presente desde a infância.
O chamado 
Domingos dedicou-se aos estudos, tornando-se uma pessoa muito culta. Mas, aos 24 anos, o chamado ao sacerdócio foi maior e Domingos começou a fazer parte dos Canônicos da Catedral de Osma, a pedido do Bispo Diego. Logo, foi convidado para auxiliar o rei Afonso VII nos trabalhos diplomáticos do seu governo e também para representar a Santa Sé.
Luta contra a heresia
Durante a Idade Média, havia a heresia dos albigenses, ou cátaros, no sul da França. O Papa Inocêncio III enviou Domingos e Dom Diego para enfrentar os Albigenses e propagar o Evangelho. Porém, com a morte repentina de Diego, Domingos de Gusmão permaneceu sozinho na missão.
Fundador da Ordem dos Frades Predicadores
Em 1215,  Domingos fundou uma Ordem que oferecia uma nova proposta de evangelização cristã e vida apostólica. Em 22 de dezembro de 1217, Papa Honório III emitiu a aprovação definitiva, dando-lhe o nome de “Ordem dos Frades Pregadores”. Eles foram conhecidos como homens sábios, pobres e austeros.
Páscoa 
São Domingos de Gusmão morreu em 6 de agosto de 1221, com 51 anos, no Convento de Bolonha.
Foi canonizado pelo Papa Gregório IX, que o havia conhecido pessoalmente após 13 anos da sua morte.
Minha oração 
“São Domingos de Gusmão, santo mestre, ajuda-me a sempre a espalhar a verdade de Cristo e lutar contra todo tipo de blasfemia e descrença. Amém.” 
São Domingos de Gusmão, rogai por nós!

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SEXTA-FEIRA, DIA 07 DE AGOSTO DE 2026

XVIII SEMANA DO TEMPO COMUM
Memória Facultativa
São Sisto II, Papa, e companheiros, mártires ou São Caetano, Presbítero

Primeira leitura
— Na 2, 1. 3; 3, 1-3. 6-7
Leitura da Profecia de Naum
2, 1 “Eis sobre os montes os passos de um mensageiro, que anuncia a paz. Ó Judá, celebra tuas festas, cumpre tuas promessas: nunca mais Belial pisará teu solo; ele foi aniquilado. 3 O Senhor há de restaurar a grandeza de Jacó, assim como a grandeza de Israel, pois os ladrões os saquearam e devastaram suas videiras.
3, 1 Ai de ti, cidade sanguinária, cheia de imposturas, cheia de espoliação e de incessante rapinagem. 2 Estalo de chicotes, fragor de rodas, cavalos relinchando, ringir de carros impetuosos, cavaleiros à carga, 3 espadas brilhando e lanças reluzentes, trucidados sem conta, mortos aos montes; cadáveres sem fim, tropeça-se sobre os corpos.
6 Farei cair sobre ti tuas abominações, e te lançarei em rosto merecidos insultos; de ti farei um exemplo. 7 Assim, todos os que te virem, fugirão para longe, dizendo: ‘Nínive está em ruínas! Quem terá compaixão dela? Onde achar quem a console?’”
Palavra do Senhor.
Graças a Deus.

Salmo Responsorial — Dt 32, 35cd-36ab. 39abcd. 41 (R. 39c)
Sou eu que tiro a vida, sou eu quem faz viver!
Já vem o dia em que serão arruinados e o seu destino se apressa em chegar. Porque o Senhor fará justiça ao seu povo e salvará todos aqueles que o servem.
Sou eu que tiro a vida, sou eu quem faz viver!
Saibam todos que eu sou, somente eu, e não existe outro Deus além de mim: quem mata e faz viver, sou eu somente, sou eu que firo e eu que torno a curar.
Sou eu que tiro a vida, sou eu quem faz viver!
Se eu afiar a minha espada reluzente e com as minhas próprias mãos fizer justiça, dos adversários todos hei de me vingar e vou retribuir aos que odeiam.
Sou eu que tiro a vida, sou eu quem faz viver!

Aleluia, Aleluia, Aleluia.
Felizes os que são perseguidos por causa da justiça do Senhor, porque o reino dos céus há de ser deles! (Mt 5, 10)
Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Evangelho — Mt 16, 24-28
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo ✠ segundo Mateus
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 24 Jesus disse aos discípulos: “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. 25 Pois quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, vai encontrá-la.
26 De fato, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro mas perder a sua vida? O que poderá alguém dar em troca de sua vida? 27 Porque o Filho do Homem virá na glória do seu Pai, com os seus anjos, e então retribuirá a cada um de acordo com a sua conduta. 28 Em verdade vos digo: Alguns daqueles que estão aqui não morrerão antes de verem o Filho do Homem vindo com o seu Reino”.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

SANTO DO DIA
São Sisto II, Papa e seus companheiros diáconos

Contexto histórico
Os anos que se seguiram de 250 até 260 foram uns dos mais terríveis e, ao mesmo tempo, gloriosos do Cristianismo: terríveis, devido à fúria dos imperadores Décio e Valeriano; e gloriosos, por conta da têmpera dos inúmeros mártires que foram os que mais glorificaram a Deus.
Papado
O Santo Papa Sisto II, a quem celebramos neste dia, foi um desses homens que soube transformar o terrível em glória, a partir do seu testemunho de fé, amor e esperança em Cristo Jesus. Pertence à lista de cinco consecutivos Papas mártires, São Sisto II governou a Igreja durante um ano (257 – 258) e, nesse tempo, semeou a paz e a unidade no seio da Igreja de Cristo.
Mártires
Foi decapitado pela polícia durante uma cerimônia clandestina que ele celebrava num cemitério da via Ápia. Foram, ao mesmo tempo, executados seis dos sete diáconos que o rodeavam. Só pouparam algum tempo o diácono Lourenço, seu tesoureiro, a quem deixaram quatro dias para entregar os bens da Igreja. Assim se procedia desde que o imperador Valeriano (+260) estabelecera a pena de morte “sem julgamento, só com verificação de identidade”, contra os Bispos, padres e diáconos da religião cristã.
Testemunho
Dessa forma, São Sisto II e seus companheiros mártires entregaram a vida deles em sinal de fidelidade a Cristo e foram recompensados com o tesouro da eternidade no Céu. O martírio torna-se um grande testemunho para a comunidade cristã, além de fomentar a fé na vida eterna e na verdade do Evangelho. A comunidade a qual esses homens participavam foi enriquecida e amadurecida pela dor da tragédia transformada em alegria e admiração popular.
A minha oração
“Aos mártires pedimos a fortaleza da fé contra as tentações que vivemos constantemente, além da sabedoria para superar as provações, perseguições e ocasiões de luta. São Sisto, nosso exemplo de pastor, rogamos a intercessão e bênçãos. Amém!” 
São Sisto e companheiros mártires, rogai por nós!

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QUINTA-FEIRA, DIA 06 DE AGOSTO DE 2026

Transfiguração do Senhor, Festa
Cor Litúrgica branca

Primeira leitura
— Dn 7, 9-10. 13-14
Leitura da Profecia de Daniel
9 Eu continuava olhando até que foram colocados uns tronos, e um Ancião de muitos dias aí tomou lugar. Sua veste era branca como neve e os cabelos da cabeça, como lã pura; seu trono eram chamas de fogo, e as rodas do trono, como fogo em brasa. 10 Derramava-se aí um rio de fogo que nascia diante dele; serviam-no milhares de milhares, e milhões de milhões assistiam-no ao trono; foi instalado o tribunal e os livros foram abertos.
13 Continuei insistindo na visão noturna, e eis que, entre as nuvens do céu, vinha um como filho de homem, aproximando-se do Ancião de muitos dias, e foi conduzido à sua presença. 14 Foram-lhe dados poder, glória e realeza, e todos os povos, nações e línguas o serviam: seu poder é um poder eterno que não lhe será tirado, e seu reino, um reino que não se dissolverá.
Palavra do Senhor.
Graças a Deus.
Ou:
Primeira Leitura — 2Pd 1, 16-19
Leitura da Segunda Carta de São Pedro
Caríssimos, 16 não foi seguindo fábulas habilmente inventadas que vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, mas sim, por termos sido testemunhas oculares da sua majestade. 17 Efetivamente, ele recebeu honra e glória da parte de Deus Pai, quando do seio da esplêndida glória se fez ouvir aquela voz que dizia: “Este é o meu Filho bem-amado, no qual ponho o meu bem-querer”. 18 Esta voz, nós a ouvimos, vinda do céu, quando estávamos com ele no monte santo. 19 E assim se nos tornou ainda mais firme a palavra da profecia, que fazeis bem em ter diante dos olhos, como lâmpada que brilha em lugar escuro, até clarear o dia e levantar-se a estrela da manhã em vossos corações.
Palavra do Senhor.
Graças a Deus.

Salmo Responsorial — Sl 96(97), 1-2. 5-6. 9 (R. 1a. 9a)
Deus é Rei, é o Altíssimo, muito acima do universo.
Deus é Rei! Exulte a terra de alegria, e as ilhas numerosas rejubilem! Treva e nuvem o rodeiam no seu trono, que se apoia na justiça e no direito.
Deus é Rei, é o Altíssimo, muito acima do universo.
As montanhas se derretem como cera ante a face do Senhor de toda a terra; e assim proclama o céu sua justiça, todos os povos podem ver a sua glória.
Deus é Rei, é o Altíssimo, muito acima do universo.
Porque vós sois o Altíssimo, Senhor, muito acima do universo que criastes, e de muito superais todos os deuses.
Deus é Rei, é o Altíssimo, muito acima do universo.

Aleluia, Aleluia, Aleluia.
Eis meu Filho muito amado; nele está meu bem-querer, escutai-o, todos vós! (Mt 17, 5c)
Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Evangelho (Mt 17, 1-9)
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo ✠ segundo Mateus
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 1 Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão, e os levou a um lugar à parte, sobre uma alta montanha. 2 E foi transfigurado diante deles; o seu rosto brilhou como o sol e as suas roupas ficaram brancas como a luz. 3 Nisto apareceram-lhes Moisés e Elias, conversando com Jesus. 4 Então Pedro tomou a palavra e disse: “Senhor, é bom ficarmos aqui. Se queres, vou fazer aqui três tendas: uma para ti, outra para Moisés, e outra para Elias”. 5 Pedro ainda estava falando, quando uma nuvem luminosa os cobriu com sua sombra. E da nuvem uma voz dizia: “Este é o meu Filho amado, no qual eu pus todo meu agrado. Escutai-o!” 6 Quando ouviram isto, os discípulos ficaram muito assustados e caíram com o rosto em terra. 7 Jesus se aproximou, tocou neles e disse: “Levantai-vos, e não tenhais medo”. 8 Os discípulos ergueram os olhos e não viram mais ninguém, a não ser somente Jesus. 9 Quando desciam da montanha, Jesus ordenou-lhes: “Não conteis a ninguém esta visão até que o Filho do Homem tenha ressuscitado dos mortos”.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

SANTO DO DIA
Festa da Transfiguração do Senhor

História
A festa da Transfiguração recorda a dedicação das Basílicas do Monte Tabor, celebrada desde o fim do século V. Esta festa é posterior à da Exaltação da Cruz (14 de setembro), da qual depende a sua data, marcada para 6 de agosto, 40 dias antes da Exaltação da Cruz. A festa começou a ser celebrada também no Ocidente, a partir do século IX, quando foi inserida no calendário romano pelo Papa Calisto III, em 1457: uma ocasião histórica pela feliz recordação da vitória contra os Turcos, ocorrida no ano anterior, que ameaçavam seriamente o Ocidente.
Festa no Oriente
A Transfiguração do Senhor está entre as grandes festas e solenidades da Igreja oriental, vem precedida com a oração das vésperas solene, seguido da grande vigília de oração, é evidente que, para os nossos irmãos orientais, esta festa tem uma importância extraordinária, pois traduz profundamente a teologia da divinização do homem.
Sagrada Escritura
O episódio da Transfiguração chegou até nós por meio dos relatos dos Evangelhos Sinóticos (Mt 17,1-9; Mc 9,2-10; Lc 9,28-36), mas também por meio de uma alusão, contida na Segunda Carta de São Pedro Apóstolo (1.16 a 18), proposta pela forma litúrgica como uma leitura do livro do profeta Daniel (7-9-10.13-14), se a festa for celebrada na semana.
Neste evento prodigioso, Moisés e Elias (a Lei e os Profetas) apareceram conversando com Jesus. Diante de tudo isso, Pedro se voltou para Jesus para expressar a sua admiração e seu temor pelo que ele e os outros dois discípulos tinham visto e em que eles estavam participando: “Rabino, que quer dizer (mestre), é bom estarmos aqui: vamos fazer três tendas, uma para ti, uma para Moisés e outra para Elias”.
Uma nuvem chegou, símbolo da presença divina como a que acompanha os judeus, (cf. Êxodo 16, 16), que os envolveu com sua sombra, da qual veio uma voz: “Este é o meu Filho amado: escutai-o!”, repetindo o que Deus, o Pai, já havia revelado por ocasião do batismo de Jesus no Jordão, a primeira teofania da Trindade. “Filho Amado” é um dos mais importantes títulos cristológicos, inspirados por (Isaías 42, 1), onde o termo “amor” significa o Servo de Javé, enquanto o convite: “ouvir”, lembra (Deuteronômio 18,25), onde Moisés anuncia a vinda do profeta do fim dos tempos ao qual o povo deve ouvir.
Essa voz e a sombra da nuvem lançaram os discípulos em grande medo, de modo a prostrá-los ao chão. Mas quando os discípulos olharam em volta, não viram senão só Jesus. Esta presença, é o único essencial, é a coisa mais importante a ser encontrada no final de uma grande experiência. Ao descerem da montanha, Jesus ordenou que não contassem a ninguém sobre a experiência teofânica vivida, exceto depois que o Filho do Homem ressuscitou dos mortos, o que eles não compreenderam.
Teofania
A Transfiguração é, portanto, uma teofania, uma manifestação tanto da vida divina de Cristo como da Trindade. Nesse sentido, o episódio da vida de Jesus é considerado como o batismo de Jesus no Jordão. A voz do Pai declara Jesus como seu filho amado; o Filho está brilhando de luz, símbolo de sua descida divina; o Espírito envolve os discípulos à sombra da nuvem, tornando-se o portador da voz que testemunha a identidade de Jesus. Jesus foi transfigurado aos olhos dos seus discípulos, e até mesmo os olhos dos discípulos foram transfigurados, no sentido de uma transformação de sua capacidade de ver, contemplar, para ser capaz de encontrar em Cristo a glória de Deus através do Espírito Santo.
A minha oração
“Jesus, amigo de todos, assim como manifestastes a Tua glória aos discípulos, Te pedimos que se manifeste a nós, para que Te conheçamos melhor e Te amemos acima de tudo, acima de todos! Que o encontro contigo deixe marcas profundas em nossa história. Amém!”

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QUARTA-FEIRA, DIA 05 DE AGOSTO DE 2026

Memória Facultativa
Dedicação da Basílica de Santa Maria
Cor Litúrgica verde

Primeira leitura
— Jr 31, 1-7
Leitura do Livro do Profeta Jeremias
1 “Naquele tempo, diz o Senhor, serei Deus para todas as tribos de Israel, e elas serão meu povo”. 2 Isto diz o Senhor: “Encontrou perdão no deserto o povo que escapara à espada; Israel encaminha-se para o seu descanso”.
3 O Senhor apareceu-me de longe: “Amei-te com amor eterno e te atraí com a misericórdia. 4 De novo te edificarei, serás reedificada, ó jovem nação de Israel; de novo teus tambores ornarão as praças e sairás entre grupos de dançantes. 5 Hás de plantar vinhas nos montes de Samaria; os cultivadores hão de plantar e também colher.
6 Virá o dia em que gritarão os guardas no monte Efraim: ‘Levantai-vos, vamos a Sião, vamos ao Senhor, nosso Deus’. 7 Isto diz o Senhor: Exultai de alegria por Jacó, aclamai a primeira das nações; tocai, cantai e dizei: ‘Salva, Senhor, teu povo, o resto de Israel’”.
Palavra do Senhor.
Graças a Deus.

Salmo Responsorial — Jr 31, 10. 11-12ab. 13 (R. cf. 10d)
O Senhor nos guardará qual pastor a seu rebanho.
Ouvi, nações, a palavra do Senhor e anunciai-a nas ilhas mais distantes: “Quem dispersou Israel, vai congregá-lo, e o guardará qual pastor a seu rebanho!”
O Senhor nos guardará qual pastor a seu rebanho.
Pois, na verdade, o Senhor remiu Jacó e o libertou do poder do prepotente. Voltarão para o monte de Sião, entre brados e cantos de alegria afluirão para as bênçãos do Senhor.
O Senhor nos guardará qual pastor a seu rebanho.
Então a virgem dançará alegremente, também o jovem e o velho exultarão; mudarei em alegria o seu luto, serei consolo e conforto após a guerra.
O Senhor nos guardará qual pastor a seu rebanho.

Aleluia, Aleluia, Aleluia.
Um grande profeta surgiu entre nós e Deus visitou o seu povo, aleluia. (Lc 7, 16)
Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Evangelho — Mt 15, 21-28
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo ✠ segundo Mateus
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 21 Jesus retirou-se para a região de Tiro e Sidônia. 22 Eis que uma mulher cananeia, vindo daquela região, pôs-se a gritar: “Senhor, filho de Davi, tem piedade de mim: minha filha está cruelmente atormentada por um demônio!” 23 Mas, Jesus não lhe respondeu palavra alguma. Então seus discípulos aproximaram-se e lhe pediram: “Manda embora essa mulher, pois ela vem gritando atrás de nós”.
24 Jesus respondeu: “Eu fui enviado somente às ovelhas perdidas da casa de Israel”. 25 Mas, a mulher, aproximando-se, prostrou-se diante de Jesus, e começou a implorar: “Senhor, socorre-me!” 26 Jesus lhe disse: “Não fica bem tirar o pão dos filhos para jogá-lo aos cachorrinhos”. 27 A mulher insistiu: “É verdade, Senhor; mas os cachorrinhos também comem as migalhas que caem da mesa de seus donos!” 28 Diante disso, Jesus lhe disse: “Mulher, grande é a tua fé! Seja feito como tu queres!” E desde aquele momento sua filha ficou curada.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

SANTO DO DIA
Dedicação da Basílica de Santa Maria Maior

Milagre da Neve
Ao frade Bartolomeu de Trento, que viveu na metade do século XIII, devemos a versão sobre a origem da basílica de Santa Maria Maior. Segundo uma antiga lenda, um casal romano rico pediu luzes a Virgem para saber como empregar a sua fortuna. Então, em sonhos, recebeu uma mensagem de que Maria queria que lhe fosse construída uma igreja, precisamente sobre o monte Esquilino, que, entre os dias 4 e 5 de agosto, em pleno verão europeu, estaria coberto de neve. No dia 5 de agosto do ano 358, em pleno verão italiano, nevou no centro de Roma.
Segundo a tradição, a Praça Santa Maria Maior foi palco da evocação deste milagre. A Virgem havia indicado aquele lugar ao então pontífice Libério, para que fosse construído um templo em sua honra. A Basílica de Santa Maria Maior é chamada também Basílica de Nossa Senhora das Neves. A construção da igreja teve início durante o papado de Libério, e foi consagrada pelo Papa Sixto III. Essa igreja é uma das quatro Basílicas papais.
Relíquia
Santa Maria Maior é a primeira Basílica do Ocidente dedicada a Virgem Maria e uma das mais belas e adornadas de Roma. Segundo a tradição, nela se encontra um relicário com um fragmento da manjedoura do Menino Jesus. Nela foi realizado o primeiro presépio que se tem notícia na Igreja, por isso também ficou conhecida como basílica de “Santa Maria do Presépio”. Na basílica, encontram-se os primeiros e mais ricos mosaicos alusivos a Nossa Senhora, e é, de fato, um dos maiores e mais belo santuário mariano de toda a cristandade.
Tradição das flores
No dia dedicado a Virgem, em honra do local, todos os ritos litúrgicos são acompanhados de momentos em que acontece uma chuva de flores para relembrar o “milagre da neve”. Esse ato tornou-se tradição em Roma, uma expressão popular promovida até mesmo pela prefeitura da cidade.
Intenção e importância
A construção e dedicação desta Basílica é uma forma de reconhecer a grandeza da Santíssima Virgem Maria como Mãe de Deus. A dedicação da Basílica de Santa Maria Maior também é expressão desse amor e hiperdulia prestados hoje, nesta celebração, no mundo inteiro. Maria é a figura importantíssima e jamais pode ser deixada de lado na história da salvação. Devido a tão grande relevância, a Igreja, em sua sabedoria, dedica inúmeros templos e oferece durante o ano litúrgico várias memórias e festas, para que cada cristão possa também renovar a sua devoção a Maria, que é tão salutar para a salvação das almas.
A minha oração
“Queremos reconhecer-te como nossa Santíssima Mãe e a ti prestar homenagem. Amar-te e pedir o Vosso carinho e proteção, pois longe de ti não há salvação, nem segurança. Perto de ti caminho seguro e a estrada é certa! Amém.”
Santa Mãe de Deus , rogai por nós!